10/07/2014

Bitcoin: mercado amadurece com entrada de novos players

Nova exchange brasileira inova ao trazer ferramentas do setor financeiro para o mundo das moedas virtuais

Com o fim da crença de que o Bitcoin seria uma oportunidade de fortuna rápida e fácil para todos, as moedas virtuais amadurecem e dão espaço para estratégias cada vez mais sofisticadas de investimento. Em linha com este novo cenário, a corretora Basebit (https://www.basebit.com.br) iniciou suas operações em abril.

 

A Basebit foi fundada por Daniel Novy, empresário de software para o setor financeiro, e oferece recursos similares ao mercado de ações para as transações com moedas virtuais. Após alguns episódios no exterior de corretoras que abandonaram suas atividades ou registraram ataques de hackers, a startup elegeu a segurança como uma de suas prioridades.

 

A empresa investiu pesado em certificações e softwares de segurança, e sua plataforma é verificada diariamente por auditorias externas para garantir a integridade das informações. “Queremos ser referência do setor no Brasil em termos de segurança, confiança e atendimento ao cliente” afirma Novy.

 

Se novos investidores são um dos focos da Basebit, que oferece um chat on-line para esclarecimento de dúvidas, os operadores experientes também são contemplados com recursos inéditos, como alerta de cotações, ordens stop-gain e stop-loss, e a possibilidade de integrações via API.

 

“Somos uma corretora feita por traders para traders. Nossos clientes poderão movimentar seus ativos de forma automatizada e com estratégias similares às que estão acostumados em outros mercados” completa o fundador.

 

Novy recomenda os Bitcoins por sua facilidade em efetuar pagamentos e pelo potencial de retorno. No entanto, ele alerta: “Moedas virtuais não servem para qualquer um. Cada investidor deve ter consciência do seu perfil de risco e necessidade de liquidez. Não é diferente de outras aplicações em renda variável”.

 

A Basebit já possui 1540 clientes e realiza cerca de 30 transações por dia. “O comércio de Bitcoins deve triplicar no Brasil até o final do ano, e eu espero que a Basebit exceda essa taxa. Mas a expansão verdadeiramente explosiva deverá vir com a regulamentação do setor”, conclui o fundador da empresa.   

 

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