29/05/2017

O fim do home office? Paulistanos trocam casa por espaços moderninhos

BRAIN faz parte da nova onda de coworkings que se especializaram, trazendo atividades de bem-estar e descompressão; procura aumentou 300% desde 2016

Brain

No começo dessa década, os coworkings começaram a se expandir por São Paulo e hoje já estão em todos os bairros da cidade. Percebendo novas necessidades dos profissionais e empresas paulistanos, o foco agora é na especialização para atrair a diferentes públicos, como é o caso da BRAIN (www.brain.club). O “clube” – ou “polo de economia criativa” – reúne escritórios compartilhados a preços acessíveis a atividades de bem-estar e descompressão, proposta que tem se tornado atraente em comparação ao home office.

A BRAIN estima que a procura pelos seus espaços aumentou 300% do ano passado para cá, com a abertura de quatro novas unidades. “Oferecemos um ambiente que inspira criatividade e mistura uma rotina que é ao mesmo tempo agitada e descontraída, algo que os profissionais não encontram em casa ou em coworkings tradicionais”, declara o fundador Dirceu Neto.

Além de autônomos, muitas empresas têm procurado a BRAIN para economizar ou simplesmente realizar quality shift, desfrutando das aulas de ioga e spinning, mini spa, cursos de idiomas, além de bikes elétricas. “Nesse modelo, as empresas concentram todas as despesas, como energia, internet e telefone, em uma única conta e transformam custo fixo em variável, por exemplo alugando salas de reunião ou espaços para workshops em sistema pay-per-use”, acrescenta Dirceu.

Sem distrações

Desde que fundou sua agência de content marketing, Priscila Ramires experimentou de tudo: trabalhar home office, em cafés e mesmo nos coworkings convencionais. Há cerca de um ano, porém, ela conheceu a BRAIN, e logo aderiu ao plano Flex. De cara, o que mais a atraiu para o espaço foi a opção de se movimentar entre as unidades e o preço acessível. “Hoje, não tenho as distrações que tinha em casa, nem pago um valor alto como em outros escritórios compartilhados, e ainda desfruto de momentos de lazer e cultura”, constata. “Senti minha produtividade aumentar 80%, além de alimentar meu networking, o que me ajudou a fechar novos contratos”.

A unidade-modelo da BRAIN está no bairro de Pinheiros e dispõe de café, livraria, um bar no estilo take away e uma loja de gifts, formato que dever ser replicado nas próximas inaugurações.

Sobre a BRAIN

Rede de espaços de trabalho e lazer compartilhados. Oferece benefícios aos membros, como aulas de ioga e spinning, curso de inglês, fab lab e mini spa. São três opções de planos: Flex, Fixo ou salas privativas. Possui quatro unidades em São Paulo e uma em Nova York. A meta é abrir mais dez na capital paulista e quatro no Rio de Janeiro em 2017. Foi fundada em 2009 por Dirceu Neto. www.brain.club.

 

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